quarta-feira, 28 de abril de 2010

Ácido lático e lactose: o que eles têm em comum?

FONTE: http://www.semlactose.com/index.php/2008/09/30/acido-latico-e-lactose-o-que-eles-tem-em-comum/

Escrito por Lucine, do site http://www.semlactose.com/

O tão temido ácido lático ganhou má fama pela origem de seu nome e tem nele seu único elo de ligação à lactose. Devido ao grande número de leitores que nos questionam sobre o ácido lático, os lactatos e outros ingredientes comumente adicionados em alimentos industrilizados, resolvemos abordar o tema e trazer informações que ajudem a todos na hora da compra de seus alimentos.

ORIGEM

O ácido lático foi descoberto em 1780 pelo químico sueco Carl Wilhelm Scheele, identificando-o pela primeira vez no leite coalhado. É por este motivo que seu nome possui origem na palavra leite (do latim: lac / lactis). Ele forma-se naturalmente durante a fermentação de alguns alimentos como queijos, iogurtes, molho de soja, entre outros, mas pode também ser produzido sinteticamente. Além disso, o corpo humano também produz ácido lático durante a realização de atividades físicas.

PRODUÇÃO E USO

O ácido lático é usado em uma grande variedade de alimentos como pães, bebidas, carnes, laticínios, entre outros. No entanto, é importante frisar que o ácido lático utilizado pela indústria de alimentos é obtido exclusivamete do açúcar da cana, sendo um produto 100% de origem vegetal, como explica Ricardo Moreira, engenheiro químico da PURAC, a maior produtora mundial de ácido lático para a indústria. “O ácido lático é muito utilizado para aumentar o shelf-life dos produtos, controlar o desenvolvimento de bactérias patogênicas, entre outros usos”, explica Ricardo.

LACTATOS

O lactato de cálcio e o estearoil lactil lactato de cálcio são derivados do ácido lático, e por tanto, ambos também de origem vegetal. O estearoil lactil lactato de cálcio é comumente utilizado como emulsificante em produtos de panificação.

Agora você já sabe: se você tem intolerância à lactose ou alergia às proteínas do leite e estiver consumindo alimentos com ácido lático ou lactatos, não se preocupe, pois não são eles que estarão prejudicando a sua alimentação.

O Mesmo vale aos veganos!

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Protesto em São Paulo marca o Dia Mundial Antivivissecção

Por Lilian Garrafa

Fonte: http://www.anda.jor.br/?p=58569

Cerca de 150 ativistas se reuniram em São Paulo neste domingo (25), em uma manifestação pelo Dia Mundial Antivivissecção. O evento foi organizado pelo grupo Consciência Veg e teve apoio de diversas ONGs, como Holocausto Animal, Veddas, Instituto Nina Rosa, Ativeg, Anda, entre outras. Os manifestantes deram um exemplo de ativismo e união ao juntarem forças e vozes pela mesma causa.

Distribuídas nas calçadas da Avenida Paulista, gaiolas com ativistas simulavam o sofrimento pelo qual passam os animais usados como cobaias em laboratórios. Simultaneamente foram distribuídos panfletos entre os transeuntes que se mostravam interessados em entender a razão da manifestação.

Ativistas simulam sofrimento de cobaias

Nas ruas os ativistas exibiam banners com mensagens pela abolição do uso de animais pela indústria e ciência.

NIna Rosa exibe cartaz contra vivissecção

Fabio Paiva, coordenador geral do grupo Holocausto Animal, adverte que o problema já começa com o termo “vivissecção”, que a maioria das pessoas desconhece. A vivissecção é o uso de animais vivos em laboratórios para criação, pesquisa, formulação de medicamentos, testes em cosméticos e uma infinidade de ‘utilidades’ sequer imaginadas pelos consumidores, realidade ocultada por interesses econômicos. Ele destaca a importância da transmissão da informação, por exemplo, do que está por trás de uma marca de sabão em pó, ou de um simples frasco de lustra-móveis, ou de um perfume: “Tudo que você puder imaginar foi testado em um animal, da maneira mais absurda possível. Uma delas é o teste de irritabilidade feito em coelhos, o Draize (um método cruel pelo qual coelhos são imobilizados e substâncias são aplicadas em seus olhos). Uma empresa que lança uma marca de lustra-móveis não precisa usar um coelho para mostrar que o produto não é toxico, isso é uma crueldade sem tamanho, totalmente inútil e desnecessária.”

O uso de animais para fins didáticos, em experimentos de laboratórios e em testes industriais é cruel, pois os procedimentos são realizados sem anestesia, o que provoca reações profundamente dolorosas e traumatizantes. Os animais, indefesos, são tratados como objetos durante sua curta vida, submetidos a todo tipo de tortura sem nenhuma possibilidade de reação.

Christian Saboia, coordenador do grupo Consciência Veg e organizador do evento, destacou que a vivissecção é absolutamente antiética e sabidamente desnecessária: “O vivisseccionista, pelo hábito de estar em uma universidade, tende a defender essa prática como um pré-requisito para a ciência. No entanto, as indústrias e instituições que não utilizam mais animais continuam produzindo bons trabalhos e fazendo ciência de ponta.”

Tamara Bauab, bióloga e ativista independente, lembra que a vivissecção vem da tradição seiscentista, da época de Descartes, quando se imaginava que os animais não sentissem nada, e não tivessem percepção nem sensibilidade. “Hoje em dia ainda praticamos isso, e não faz bem nenhum ao ser humano. Ninguém pensa em curar, este não é o propósito”. Denominando a indústria farmacêutica de “indústria da doença”, Tamara afirma que o ser humano torna-se dependente de medicamentos e totalmente irresponsável com a sua saúde. “Pode comer e viver de uma maneira totalmente errada, e a indústria vai dar uma pílula mágica. Eu não acredito nessa indústria farmacêutica e nem na medicina. O uso de animais não levou a nada. Não se descobriu a cura para as grandes doenças do ser humano.”

Mauricio Varallo, coordenador do site Olhar Animal e colaborador do Instituto Nina Rosa, cita ainda um caso que confirma a falácia científica da indústria que testa em animais, relembrando a polêmica do fármaco talidomida, cujo uso liberado a partir de testes animais, nos quais não causava mal nenhum, vitimou uma geração de crianças que nasceram defeituosas, com graves problemas congênitos.

Mauricio ressalta ainda que a aprovação da Lei Arouca, a qual deu respaldo à utilização de animais pela ciência, foi um retrocesso no Brasil e vai atrasar em anos a evolução dessa questão, uma vez que na Europa já está proibido uso de animais pela indústria de cosméticos e há uma série de avanços. “Mas eu vejo, por outro lado, que esse movimento crescente, como o que vemos aqui hoje, tende a esclarecer as pessoas. A gente vai ter que trabalhar muito com a informação, mostrar às pessoas não só os aspectos éticos, que são fundamentais para a defesa animal, mas também a falácia científica. As pessoas tomam a ciência como tomavam a religião, consideram as informações da ciência como dogma, e basta pesquisar um pouquinho para ver que isso é um engano, que há muito dinheiro, poder e erro por trás disso.”

George Guimarães, coordenador do grupo ativista Veddas, também é da opinião de que abolir a vivissecção é apenas uma questão de disseminar as informações entre as pessoas, por meio de campanhas e pressão junto ao poder legislativo – já que se trata de uma prática passível de proibição. Ele ressalta a facilidade de as pessoas absorverem a mensagem, uma vez que elas, na maioria, não são a favor da vivissecção, se chocam por causa da natureza dos experimentos e porque não têm necessariamente um apego com esta questão – ao contrário da pecuária, justificada pela alimentação.

Representantes de ONGs de defesa animal unidos pela mesma causa

A manifestação durou 3 horas e marcou, na história da defesa animal no Brasil, um data inédita, que se repetirá anualmente enquanto a tortura e o uso dos animais não tiverem seu fim.

sábado, 24 de abril de 2010

Nova Lista de Distribuição da Sovenp

Salve amigos!

Para melhorar o processo de cadastramento de usuários foi feita uma nova lista de distribuição para a Sociedade Vegetariana Norte-Paranaense (SOVENP).

O endereço de email do grupo de agora para frente será sovenp@googlegroups.com.

Acredito que todos os email tenham sido recadastrados, mas existe a possibilidade de alguém ter ficado para trás, portanto se em um ou dois dias você não receber a confirmação do Google, solicite o seu cadastro em: https://www.google.com/accounts/ServiceLogin?passive=true&service=groups2&continue=http%3A%2F%2Fgroups.google.com.br%2Fgroup%2Fsovenp%2Fsubscribe%3Fhl%3Dpt-BR%26note%3D1&cd=BR&hl=pt-BR

(o link também está disponível na área de Contato do blog da Sovenp, Vida sem Carne. http://vidasemcarne.blogspot.com/)

É necessário apenas abrir uma conta no Google, algo que todos os participantes da lista já possuem.

Para se cadastrar novos usuários também é necessário realizar o mesmo processo. Basta socilitar ao usuário que acesse o link acima e realize o seu cadastramento. Feito isso, basta a moderação aceitar o membro. Mas se quiserem enviar um email solicitando o cadastramento, como de costume, fiquem à vontade.

Qualquer dúvida me comuniquem.

E assim que o processo estiver concluído eu avisarei. Depois disto, somente esta lista será utilizada.

Agradecemos a compreensão de todos e não deixem de acessar o nosso blog! http://vidasemcarne.blogspot.com/.

Abraço

quarta-feira, 21 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Representantes das ONGs Amabicho e Aprablu farão exames de corpo de delito

Fonte:http://vista-se.com.br/site/pomerode-sc-protesto-contra-puxada-de-cavalos-termina-em-agressao?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed:+vista-se+(Vista-se)

Os integrantes das ONGs Associação dos Melhores Amigos dos Bichos (AMA Bichos) e Associação de Proteção aos Animais de Blumenau (Aprablu), agredidos neste domingo durante a puxada de cavalos em Pomerode, farão exame de corpo de delito segunda-feira no Instituto Geral de Perícias, em Blumenau. Voluntária da AMA Bichos, Heike Weege, disse que a entidade irá acionar juridicamente a organização da puxada pela violência contra os membros das ONGs.

Os voluntários das organizações de proteção aos animais fizeram um protesto contra a puxada durante o evento que ocorreu domingo à tarde, na localidade de Ribeirão Souto, em Pomerode, no Vale do Itajaí. Quatorze manifestantes das ONGs Aprablu e Amabicho ficaram feridos no confronto com os organizadores e participantes da puxada.

A presidente da Aprablu, Bárbara Lebrecht, foi empurrada e machucou a perna. Outras duas manifestantes foram feridas na cabeça. O cinegrafista da TVBV Luiz Deluca, 25 anos, foi agredido a tapas no pescoço e teve o equipamento destruído.

Era pouco mais de 14h quando iniciava a quinta rodada da puxada de cavalos, na arena improvisada em terreno próximo ao Clube de Caça e Tiro Germano Tiedt. O evento, organizado pelo Clube do Cavalo, reunia 25 participantes, 60 animais e era assistido por cerca de 200 pessoas.

A Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e o Samu foram acionados, mas chegaram cerca de 15 minutos após o protesto. Os manifestantes foram à delegacia registrar boletim de ocorrência.

As pessoas que protestavam criticavam o uso dos cavalos em provas, cujo objetivo é medir a força do animal, arrastando sacos de areia de até 2 toneladas por uma distância de 10 metros.

Vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=2ZcWaIgYcoU

sábado, 17 de abril de 2010

Feijoada Vegana - Programa da Band

Vídeo Simples mas com grandes explicações.